Category: Música


Inspirado no disco solo de um dos meus grandes ídolos, Eddie Vedder – Ukulele Songs (já fiz um review desse disco aqui) comprei um pequeno Ukulele Kala e comecei a aprender seus acordes. Curiosamente, esses pequenos instrumentos começaram a ser vendidos aqui em Manaus nas importadoras especializadas.

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Meu Primeiro “Uke” da Marca Kala – “Woody”

Fato é que trata-se de um instrumento relativamente fácil de se aprender e tem inumeros videos no You Tube e páginas na web mostrando como se faz, cito algumas fontes como: Got a Ukulele e Ukulele Mike.  Ele tem apenas quatro cordas e utiliza a seguinte afinação G-C-E-A (a do violão comum seria E-A-D-G-B-E), com um fato muito estranho: as cordas C-E-A seguem a mesma evolução de timbre do violão, da mais grave para a mais aguda, no entanto a corda mais aguda do Ukulele é a G, que no violão estaria na posição da E mais grave. Creio que essas duas cordas agudas nas extremidades são as que garantem essa sonoridade tão viva e peculiar do instrumento. Lembro que essa é a afinação standard ou do ukulelê soprano, alguns ukulelês tem afinações diferentes. Para afinar utilizando esses afinadores atuais estilo “clipe” deve-se utilizar o mesmo no modo Cromático ou ainda você pode utilizar um afinador on line como esse aqui. Alguns acordes são extremamentes faceis de aprender, boa parte deles se resume a colocar apenas 1 dedo em uma das casas e tocar o restos das cordas soltas. Mesmo os acordes estilo “pestana” (ou Barred Chords, em inglês) são bem faceis de executar pois as cordas são muito juntas (na verdade essa distância curta entre as notas as vezes é até um problema dependendo do tamanho do braço do instrumento e da mão do tocador).

Ukulele Chord Chart page1

Quadro de Acordes para Ukulelê – Clique para Ampliar

Para mim que já tinha um conhecimento do violão, foi muito fácil dominar os acordes, em pouco tempo já estava arranhando algumas canções, claro que ainda não sou nenhum Jake Shimabukuro (olha só isso) e provavelmente nunca serei, mas já dá para se divertir um pouco.

Sleeping by Myself foi a primeira música que aprendi a tocar no Ukulele, na verdade comprei o “woody” pensando nessa música, achei que seria tarefa dificil mas foi mais fácil do que pensei. Fiquei feliz e segui em frente. Fui aprendendo novas músicas e convertendo algumas que já sabia tocar na guitarra ou violão para o ukulelê (Caso queira ouvir a música original aqui vai o videoclipe do Eddie que mostra uma Luthieria de Ukulelês)

Logo surgiu uma oportunidade de fazer um evento acústico na Livraria Saraiva, seria o lançamento do livro da minha mãe. Apesar de simples exigia um novo desafio, fazer o instrumento tocar mais alto. Tentei eletrificar o Kala colocando um captador nele, gastei quase o valor dele nessa empreitada e acabou não dando muito certo. Precisava de um novo companheiro para esse projeto. Um ukulele para eventos:

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“Buzz” – Meu segundo “Uke”, agora com captação e saida para amplificador

Encomendei o “Buzz” de uma loja em São Paulo, chegou em uma semana e mostrou-se uma belezinha de instrumento, som suave, braço ainda menor que o do Kala e um corte arrojado que lembra uma guitarra. E sem falar que é um Ibanez, nem guitarra Ibanez tenho mas já posso me gabar de ter o “uke”.

A primeira apresentação transcorreu tranquila, apesar de certa insegurança relacionada a expectativa da coisa. Estava lançada a semente. Rodrigo Torres, parceiro da The Greens me acompanhou nessa pequena apresentação de apenas Ukulelê e violão.

Your Song – a linda música do Elton John – Fez muito sucesso com o próprio e também foi regravada por outros vários artistas, eu particularmente passei a gostar mais dela depois do filme Moulin Rouge. Gravei essa em homenagem a minha esposa pela comemoração do dia dos namorados. Ficou uma versão um tanto rápida e se mostrou um desafio pela constante troca de acordes. Hoje costumo tocar ela de forma bem mais lenta, como a original.

Mother Nature Son – Música B-Side dos Beatles (se é que existe isso) fica bem legal nesse instrumento. Como se sabe temos dois entusiastas do Ukulelê nos Beatles, Paul McCartney e George Harrison.

E é em homenagem a Harrison que posto o último vídeo com a música I´ll See you in My Dreams, parece ser uma música da década de 20 (1920) e não sei afirmar de quem seria a autoria, mas essa música no Ukulelê ficou conhecida no encerramento do Concert for George, um ano após seu falecimento. Joe Brown é o músico inglês que presta essa bela homenagem num ukulelezinho com som fantástico e acompanhado por banda e orquestra. Faço questão de postar esse belo momento do rock and roll aqui:

Minha versão é bem mais solitária, e perdoem a penumbra e o audio não sincronizado. Neste dia não estava com muita paciencia para detalhes técnicos, it´s only about music (sorry!)

Depois disso a banda toda se envolveu em um show acústico envolvendo: violão, ukulelê, baixolão e percussão. Já apresentamos esse tipo de apresentação 2 vezes no Jack and Blues (nossa casa de Rock, Blues e Jazz aqui na cidade) e estamos aperfeiçoando.

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Especial “The Greens Light” no Jack and Blues

Como nem tudo na vida se trata de copiar também tentamos desenvolver o lado autoral. Uma sequência de acordes ficou durante algum tempo em minha cabeça e logo se tornou uma música, ganhou letra e virou uma pequena homenagem para minha filha Sofia.

Gravamos ela em estúdio há pouco tempo, o Rodrigo mais uma vez ajudou acrescentando um solo de violão. Essa canção deverá fazer parte do primeiro álbum da The Greens. Curtam agora a música abaixo e espero que tenham gostado do texto. Se você estava atrás de um instrumento prático e barato para aprender, aí em cima estão umas boas dicas, vá buscar o seu “uke” e seja feliz!

aí.

Manaus, 6 de Setembro de 2012

É com grande pesar que anunciamos hoje o fim da banda SPH Rock and Roll.

Foram 6 longos anos de grandes batalhas, conquistas, vitórias e aprendizados. Começando no já extinto Tulipa Negra Blues Bar com especiais dedicados ao Creedence passando pelo FECANI nos anos de 2007, 2009 e 2011, convenções da NA, diversas casas noturnas de Manaus, organizando eventos beneficientes como o já tradicional Beatles Fest (que chega em 2012 ao seu quinto ano) e finalmente com apresentações do Festival Amazonas de Rock e Virada Cultural. Nos últimos 2 anos a SPH ralou para gravar e lançar seu primeiro e único CD “Só Por Hoje” contando em sua etapa final com apoio de amigos, familiares e fãs, arrecadando o dinheiro necessário através de financiamento coletivo em campanha realizada na internet através do Site Catarse.

Motivos

A banda passou por várias trocas de integrantes durante esses 6 anos (principalmente baixistas e guitarristas), suportando bem todas as trocas porque o núcleo formador da mesma manteve-se intacto. No entanto, no decorrer do último ano, em virtude do alto nível de estresse rodeando o lançamento do CD várias “fissuras” foram ocorrendo nesse núcleo e isto foi progressivamente culminando com a saída de um dos fundadores da banda.

Acreditamos que a SPH teve um motivo e uma história muito forte em sua formação. Com essa saída acreditamos que o nome SPH perde todo o sentido, não sendo mais justo carregarmos o nome conosco.

Nada se perde, tudo se transforma…

Aproveitamos agora mais do que nunca para agradecer a todos que acreditaram neste sonho, apesar de tudo, estamos satisfeitos com o que foi realizado, o CD, os Videoclipes, os Eventos organizados, os aplausos pedindo bis, enfim…por tudo. Queremos dizer a todos que não foi em vão… A música da SPH é de autoria igualitária dos cinco integrantes (Anfremon, Lucio, Israel, Marcus e Jean Carlos, ainda na banda, na época de gravação do CD). Todos os dissidentes da banda podem tocá-las em seus futuros projetos musicais, de forma que o trabalho não se perderá…

O CD “Só Por Hoje” continuará a venda até que o estoque acabe e sua versão digital permanecerá indefinidamente nos sites onde foi disponibilizado.

Obrigado pessoal, por tudo!!

Nos encontraremos em breve em outros formatos, em outras esquinas, com outra roupagem mas tendo a ciência e o respeito pelo pequeno, mas importante legado musical que a SPH deixa…

Grande Abraço a todos!

Banda SPH Rock and Rolll

Começou como uma brincadeira! Queríamos registrar apenas nossa única música,“Pega Ladrão”, para ver como ficava gravada em estúdio. No nosso contato inicial com o estúdio Expresso 24, o responsável pelo mesmo, Ita Melo, que acabou se tornando produtor fonográfico do disco, ofereceu a possibilidade de incluir a banda no Projeto “Adote uma banda” e com isso poderíamos gravar 2 músicas pelo preço de uma. O Anfremon já havia passado para os outros integrantes a demo caseira de “Urublues” e assim foi, entramos no estúdio em janeiro de 2010 para gravar essas 2 canções sem grandes pretensões.

Acabamos gostando do resultado e queríamos mais, só faltava um deltalhe, não tínhamos mais músicas. O Anfremon então aproveitou uma de suas músicas originalmente composta para a banda Sweetcase, mas que nunca foi gravada, mudou completamente a letra, inclusive passando para o português, surgia nossa primeira road music, BR-174“. Da brincadeira de compor um Brega-blues, apareceu a “Margarida” e a banda entra em estúdio pela segunda vez para gravar essas músicas.

Nesse momento entra na banda o baixista Israel Pinheiro, no lugar de Fabão. Israel se mostraria um dos principais compositores e letristas da banda. É dele a balada “Todo o Meu Amor em Vão” e também a poesia de “Simplesmente Pelo Fim” criada durante um ensaio, e que foi adaptada por Anfremon para a cração da melodia da música homônima. Essas foram as próximas 2 músicas gravadas e que também caracterizam a passagem rápida do guitarrista Dougllas Abreu pela Banda, que substituia o Lessandro, guitarrista nas primeiras 4 gravações.

Aí a coisa começou a ficar um pouco mais séria. A banda percebeu que essas 2 músicas tinham um certo apelo comercial e para divulgá-las foram produzidos 2 videoclipes de forma independente, caseira mas com muito estilo e humor. O clipes são sequenciais e contam a história do “Triângulo Amoroso” entre El Reverendo (nome artístico do Israel), Wanessa (atriz e amiga da banda) e Margarida, a prostituta fictícia e “fura-olhos” de uma das músicas da SPH. Foram momentos divertidos e com certeza muito criativos da banda.

No segundo semestre de 2010 o guitarrista Jean Carlos “Olhão” entra na banda, já com “deadline” de uma semana para gravar as duas próximas músicas. “Algo Mais” é uma canção antiga e até então não terminada que o Anfremon tratou de recuperar e terminar a letra para incluir no disco e “Blues da Irmandade” que foi meio que uma encomenda que o Lúcio Rabelo e Marcus Vinicius fizeram para o Anfremon. Foram e ainda são as músicas mais “emotivas” do álbum.

Agora a banda já tinha oito músicas gravadas, ou seja, estávamos há mais da metade do caminho e não podíamos parar. A gravação das últimas 4 músicas se deu de maneira diferente. Como o trabalho havia ganhado corpo, Ita Melo ofereceu a possibilidade de trabalharmos as músicas praticamente com experimentalismos dentro do estúdio. Com exceção da progressiva e ecológica “O Rastro do Matá-Matá” que vinha sendo trabalhada pela banda inteira há algum tempo, as outras 3 músicas foram praticamente gravadas sem que tivéssemos a oportunidade de realmente tocá-las ao vivo. ”

“60 Graus” foi a contribuição musical do Jean Carlos para o disco e contou com letra de Israel e Anfremon, “!RIDE?” é uma crítica à dura realidade da cena musical noturna na cidade de Manaus, o jogo sujo muitas vezes praticados pelos empresários e infelizmente, até por outros colegas músicos. Finalmente “Só Por hoje” que é a canção-tema do álbum, posicionada estrategicamente no final do disco. É a única que utiliza o recurso de fade-out no término…para que o disco ficasse com um “quê” de “o que vem por aí”?

Com as músicas finalizadas o CD entrou num processo de mixagem e masterização que durou até março de 2011. Foi quando a banda, então já sem capital para prensar o CD, pleiteou recursos no primeiro site Brasileiro de Financiamento Coletivo. O CATARSE, e foi muito bem sucedida, arrecadando bem mais do que havia solicitado. A campanha terminou em Julho de 2011 e contou com o apoio de 27 pessoas e 4 empresas: Casa do Campo, MB Consultoria, CVC e MEISTER. Com esse recurso a banda conseguiu pagar a prensagem e arcar com custos de envio de material, taxas, etc.

Video feito para o site CATARSE de Financioamento Coletivo

As primeiras 1000 cópias do CD “Só Por Hoje” chegaram em Novembro de 2011 e apesar do CD ter sido amplamente distribuído entre os amigos, fãs e colaboradores da Banda. A mesma não quis fazer o Lançamento oficial do CD até o mesmo tivesse um esquema forte de distribuição.

Apenas em Março/2011 foi que a banda acertou com a Livraria Saraiva que incluiu o CD em seu Catálogo Nacional e começará a ser vendido no dia do Lançamento. Também em março a banda conseguiu a distribuição digital do Álbum através da OneRPM.

https://www.onerpm.com/#/disco/album&album_number=152370237

No Site da OneRPM o Álbum Digital é vendido a R$ 7,11 (o preço mais barato). Mas foi através do OneRPM que a banda conseguiu também distribuir o disco no iTunes, Oi Radio e mais de outras 40 outras lojas virtuais de música.

iTunes Preview – SPH Rock and Roll

http://itunes.apple.com/album/id510538166

A CD já está em vias de ser disponibilizado nas Lojas BEMOL também…acreditamos que provavelmente nessa semana de lançamento já esteja a venda por lá…

Paralelamente à gravação e produção do CD a banda continuou sua agenda nas principais casas noturnas da cidade, organizou e participou de alguns festivais interessantes:

– Tocou diversas vezes em Itacoatiara, no interior do estado do Amazonas. Tocou como atração no FECANI (Festival da Canção de Itacoatiara) em 2007, 2009 e 2011, tocou ainda na Festival Rock in Ita (2008) e na Festa da Nossa Senhora do Rosário em 2011.
– Organiza desde 2008 o Beatles Fest Manaus – Festival Beneficente para fãs de Beatles, cuja renda é revertida para entidades filantrópicas: entre elas o Abrigo Moacyr Alves (2008), a Associação Pestalozzi (2009, 2010) e o Instituto Alguém (2009), sendo este último recorde de arrecadação e público

– Em outubro de 2011 participou do Projeto Tacacá na Bossa no Largo São Sebastião, onde fez o show entitulado “Rock Contra a Violência”. Uma homenagem ao professor, poeta e “Guru” da banda, Moysés Mota, que foi brutalmente assassinado em Agosto de 2011

– Abriu a Mostra do I Festival Amazonas de Rock – Grito Rock 2012

– Foi a quarta banda mais votada na Enquete da Virada Cultural 2012.

O lançamento do CD vem de certa forma “coroar” essa boa fase que a banda está passando. Estamos todos muito felizes e queremos compartilhar com vocês essa felicidade!

EVENTOS DE LANÇAMENTO

Pocket Show Eletroacústico na Saraiva Megastore – Quarta, 11 de Abril 19h00 – Espaço Cultural Thiago de Mello

Para o pocket Show da Saraiva a banda preparou um repertório especial…irá tocar todas as músicas do CD e alguns covers que marcaram a trajetória da banda. Com certeza não faltarão músicas do Creedence Clearwater Revival, Beatles, clássicos do Blues e o tradicional mix de rock and Roll dos anos 50 que já esperado entre os fãs da banda…

O evento será no Espaço Cultural Thiago de Mello, na próxima quarta 11 de Abril e iniciará as 19h00, seguido de uma comemoração e noite de autógrafos.

Festa de Lançamento na Cervejaria Fellice – Sábado, 14 de Abril as 22h00

A Festa na Cervejaria Fellice contará com o Pré-show da Banda Scarface e pós-show do DJ KIMO!!! Será uma grande uma reunião de amigos e fãs da banda. Esperamos vocês lá!!

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Mais uma vez o Beatles Fest Manaus mostrou ser uma noite mágica, regada a boa música, solidariedade e alegria. Não houveram transtornos, todas as bandas respeitaram o horário previsto, sem atrasos nas trocas, mostrando respeito enorme ao público que prestigiou o evento.

A arrecadação final ficou distribuída da seguinte forma: 

– Ingressos Antecipados R$ 3.820,00

– Bilheteria da Cervejaria Fellice R$ R$ 4.540,00 (já descontado ISS 5%)

– Camisetas e Adesivos: R$ 560,00

TOTAL: R$ 8.920,00

Com essa arrecadação o Beatles Fest Manaus 2011 mais que duplica (quase triplica) a arrecadação dos anos anteriores, sendo recorde de público e arrecadação.

Tivemos envolvimento direto com os responsáveis pelo Instituto ALGUEM que recebeu a renda arrecadada já mesmo no dia do evento!

Agradecemos a todos que participaram direta ou indiretamente do evento. Estamos todos felizes com o resultado e obviamente já estamos ansiosos para o ano que vem!!

Abaixo cito os agradecimentos específicos das partes envolvidas:

“A noite do Beatles Fest foi uma das melhores noites de minha vida. Pela diversão musical, pela confraternização com os amigos, e principalmente pelo sucesso na arrecadação destinada ao ALGUEM. Que noite linda! Muito obrigado aos amigos da SPH por mais uma vez fazer o convite para a Mr. Hofner participar deste evento. Ontem, respiramos todos o mesmo ar beatlemaníaco. Eu estava num lugar em que sobrava energias positivas e solidariedade. Valeu!”

Tirson Benarrós – Organizador do Evento e Baterista da Mr. Höfner

“Caros amigos, muito obrigado a todos pelo convite. Parabéns a todas as bandas, que nos proporcionaram um ótimo entretenimento e também um execelente intercâmbio de experiências musicais. Saber que contribuímos para um bom show e, ainda por cima, fizemos uma boa ação é, sem dúvida, gratificante no final. Grande abraço a todos, ficamos n aguardo de novos projetos!”

Jefferson Matias – Vocalista da banda Michael Kane

“Meus amigos idealizadores da Beatles Fest, o Instituto ALGUEM, mais uma vez agradece o apoio e força. Noa sentimos honrados e privilegiados em participar desta ediçao cuja arrecadação foi muito além do esperado. De ingressos antecipados, vendemos R$ 3.820,00. A bilheteria da Fellice nos entregou R$ 4.540,00 e ainda comercializamos R$560,00 em camisetas e adesivos. Totalizando um lucro de R$8.920,00 que serão depositados em nossa conta hoje mesmo. Que grande maravilha!!!!!! Mais uma vez obrigada”

Carolina Coelho Varella – Presidente do Instituto ALGUEM

“Em nome da banda SPH agradeço a todos que prestigiaram o Beatles Fest 2011, foi mais uma vez uma noite mágica, repleta de alegria, confraternização, solidariedade e boa música. Ainda vamos fazer a prestação de contas oficial mas posso adiantar que já superou em mais de 2 vezes o valor dos anos passados!! Muito obrigado mais uma vez!!” 

Anfremon D´Amazonas – Organizador e Vocalista da Banda SPH Rock and Roll

“Vida Longa ao Beatles Fest!!”

Lúcido Rabelo – Baterista da Banda SPH Rock and Roll

Aproveitamos mais uma vez para agradecer à Cervejaria Fellice por ter cedido o espaço para a festa, bem como o palco, som, iluminação e todo o apoio necessário para o mesmo! Sem essa parceria, nada teria acontecido!!

Marco Ribeiro - Curtindo o Beatles Fest!

Fiquem agora com o Setlist Aproximado das Bandas:

ESTAÇÃO ROCK
1. I Call your Name
2. Slow Down
3. MatchBox
4. Bad Boy
5. Hold Me Tight
6. Tell Me Why
7. Dizzy Miss Lizzy
8. Think For Yourself
9. Yer Blues
10. Hey Bulldog
 
BLACK MERSEY
Rock and roll music
Kansas city
Everybodys trying to be my baby
I want to hold your hand
Please please me
From me to you
She loves you
A hard days night
All my loving
Please mr postman
Can’t buy me love
Help!
I’m Down
Twist and shout
 
MICHAEL KANE
1 – Taxman
2- Hello, Goodbye
3 – getting Better
4 – You can’t do that
5 – Lucy in the Sky with Diamonds
6 – Sgt. Peppers (partes I e II)
7 – Here comes the Sun
8 – Ticket to ride
10 – Nowhere man
12 – Paperback Writer
13 – I Feel Fine
14 – We can work it out
 
SPH Rock and Roll
1. I Saw Her Standing There
2. Dont let me down
3. Oh Darling
4. Roll Over Beethoven
6. Something
7. Why Don´t we Do it in he Road
8. Birthday
10. Give me Love
12. Helter Skelter
13. I´ve Just Seen a Face (música tema do Beatles Fest desse ano)
 
MR HOFNER
1. Get Back
2. Let It Be
3. I´m the Walrus
4. Penny Lane
5. While my guitar Gently weeps
6. Golden Slumbers / Carry that Weight / The End
7. Come Togheter
8. After 909
9. Taxman
10. Glass Onion
 
Aproveitamos para agradecer também a Viviane Mesquita e Kharla D´Amazonas por terem feito o Registro Fotográfico e de vídeo do evento.

E para terminar deixamos vocês com o encerramento do evento. Com todas as bandas e diretores do Instituto ALGUEM, cantando Hey Jude!

Fiquem com Deus e em paz!! A festa volta ano que vem!!

Anfremon D´Amazonas

 
 

The Beatles Fest 2011

Cartaz do Beatles Fest Manaus 2011

Evento beneficente realizado uma vez ao ano, organizado pela Banda SPH Rock and Roll juntamente com outras bandas amigas, para homenagear os “Fab Four” e ainda ajudar uma instituição de caridade. O Evento é realizado desde 2008 e neste ano a instituição Beneficiada será o Instituto ALGUEM, criado há pouco mais de um mês por duas famílias que perderam suas crianças para o câncer e resolveram fundar a ONG para ajudar outras crianças com câncer, através de uma complexa rede de contatos e ajuda, a obter tratamento rápido e adequado para a doença.

Assista o vídeo promocional do Evento deste ano e conheça as pessoas envolvidas nesta luta!

Prestigie! Será uma noite muito agradável e mágica, exclusivamente com música da banda que marcou o planeta. Afinal, todas as bandas tocarão apenas BEATLES. Além de se divertir com show de qualidade você estará ajudando uma causa nobre!!

Abaixo faremos um resumo dos eventos passados e resultados Obtidos

THE BEATLES FEST MANAUS – 2008

FINO DA BOSSA – Instituição – ABRIGO MOACYR ALVES (AMA) – Cuida de crianças e Adultos especiais

BANDAS: Black Mersey – SPH – Sweetcase e Mr. Höfner

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Arrecadação em Dinheiro:

– Bilheteria: R$ 735,00
– Doações: R$ 150,00
Total: R$ 885,00

Todo esse dinheiro foi convertido em benefícios para o abrigo Moacyr Alves e estes somados aos alimentos coletados no dia do evento produziram a seguinte lista:

ALIMENTOS:

– 31kg de Arroz
– 31Kg de Açúcar
– 17Kg de Feijão
– 35 latas de leite em pó (400gr) + 1l de leite de caixa
– 29 latas de Farinha Láctea
– 6kg de Farinha de Mandioca
– 26 pacotes de macarrão (tipo Spaghetti)
– 11kg de Achocolatado (Nescau-Toddy)
– 12kg de Maizena
– 2kg de pó para Gelatina
– 4kg de rosquinha (doce)
– 4kg de bolacha Cream-Cracker
– 6 latas de Mucilon
– 10 latas de Neston
– 9 pacotes de bolacha recheada
– 1 pacote de café em pó
– 1 caixa de barra de cereal
– 1 papinha de bebê
– 2 latas de aveia em flocos
– 1 pacote de bolacha maizena
– 2,5kg de ervilha

MATERIAL DE LIMPEZA:
– 20 litros de Desinfetante
– 20 litros de Detergente
– 12 litros de Álcool
– 12 litros de Amaciante
– 10kg de Sabão em Pó
– 30 litros de Água Sanitária
– 30 pacotes de sabão em barra (5 Unidades cada)

HIGIENE

– 72 Rolos de Papel Higiênico
– 24 sabonetes
– 144 fraldas geriátricas (tamanhos variados)

ELETRODOMÉSTICOS

– 01 Liquidificador

2a. Remessa
– 11 latas de Leite
– 28 Fraldas Geriátricas – Tamanho M e G
– 2 latas de Mucilon
– 1kg de arroz
– 1kg de açúcar
– 1pacote de bolacha maizena
THE BEATLES FEST MANAUS 2009

Cartaz 2009!!

CERVEJARIA FELLICE – Instituição ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI – Escola para Crianças Especiais
BANDAS: SPH – Mr. Hofner – Insight – Michael Kane – Black Mersey

Mr. Hofner no Beatles Fest 2009

Renda Obtida: R$ 3.500,00

Com dinheiro a Associação Pestalozzi comprou uma Moto que foi rifada, ampliando a renda para mais de R$ 10.000,00. Além disso foram doados mais de 50 kgs de alimentos não perecíveis.

THE BEATLES FEST MANAUS 2010

CERVEJARIA FELLICE – Instituição ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI – Escola para Crianças Especiais
BANDAS: SPH – Black Mersey – Off the Wall
Veja o vídeo promocional de 2010:
Valor arrecadado

Prestação de Contas do Evento

Vendas Antecipadas: R$ 750,00

Vendas no dia (fellice): R$ 2.425,00

Desconto de ISS (5%): – R$ 121,25

Vendas no dia (líquido): R$ 2.303,75

Venda do CD (até 24.11.10): R$ 750,00

*Custos de produção do CD: – R$ 390,00

Renda Obtida (Até 24.11.10): 3.413,75

Além disso foram arrecadados os seguintes alimentos não perecíveis:

– 18 kg de açucar

– 20kg de Arroz

– 3kg de Farinha

– 3kg de Feijão

– 5 pacotes de macarrão

– 2 pacotes de café

e 2 pacotes de milharina

O Diferencial do ano de 2010 foi a gravação de um CD do Evento cuja venda seria revertida também para a entidade escolhida. Veja abaixo como foi a gravação desse CD:

Cerca de 100 unidades restantes desse CD serão vendidas no evento desse ano!! Garanta o seu!!

Abraços

Anfremon D’Amazonas!!

 

 

 

Satélite

Antena Parabólica - ISO 800 87mm F: 4.0 1/250s

Fotografia tirada em Itacoatiara em 29.10.2011. Uma antena-parabólica no alto de um barco regional capta a programação da televisão via Satélite mesmo nos lugares mais distantes. Definitivamente um dos símbolos da globalização das telecomunicações nos anos 80. Claro que hoje temos internet wireless em muitos pontos das principais cidades do mundo. No entanto, pelo menos por enquanto, o que chega nos barcos é o já velho sinal de satélite.

Do momento em que a foto foi tirada em diante. Fiquei com a música “Satellite” da Dave Mathews Band na cabeça. Hoje fui procurar a letra. Que fala exatamente sobre o que acabei de escrever acima.

SATÉLITE – Dave Mathews Band

“Tradução livre”

Satélite nos meus olhos
Como um diamante no céu eu fico imaginando
Satélite passando pela lua
Tendo o mundo seu balão
“Joãozinho” para a nave mãe

O frio do inverno a primavera apaga
A tempestade persegue a calmaria
Tudo que é bom precisa de substituição
Olhe para cima, olhe para baixo e em volta, satélite

Satélite, as manchetes lêem
Você viu os segredos de alguém
Olhos e ouvidos
Satélite, um prato no meu quintal
Fale-me mais, fale-me mais
Quem é o rei do seu “castelo satélite”?

Descansa lá depois das nuvens sem restrições
Televisão que você censura pelo mundo
E enquanto eu gasto essas horas,
Cinco sentidos vacilando
Eu fico rindo do mundo com meus olhos de satélite

 

Foto: Kharla D'Amazonas Design Gráfico: Anfremon D'Amazonas

No próximo dia 26 de outubro, quarta-feira, o projeto Tacacá da Bossa apresenta a Banda SPH Rock and Roll numa apresentação especial, o evento ROCK CONTRA A VIOLÊNCIA. 

A banda SPH Rock And Roll foi formada em 2006 pelos amigos Lúcio Rabelo e Marcus Vinicius, dois aficcionados por rock and roll clássico. Muitas foram as mudanças que a banda passou nestes quase 5 anos, mas hoje a sua formação se estabilizou da seguinte maneira:

Anfremon D’Amazonas – Vocal 

Marcus Vinicius – Guitarra

Jean Carlos – Guitarras

Israel Pinheiro – Baixo

Lúcio Rabelo – Bateria 

A banda tem por característica o Rock and Roll crú, tocado de maneira honesta, divertida, com poucos efeitos, lembrando os timbres praticados na década de 50 e 60. Blues e Country Rock são estilos que também norteiam a SPH.

Em 2007 a banda começou a se apresentar periodicamente em diversas casas noturnas da cidade, se tornando muito conhecida na noite manauara. Mas foi em 2010, que a banda iniciou, de maneira COMPLETAMENTE INDEPENDENTE a gravação de seu primeiro álbum entitulado (por motivos óbvios) de “Só Por Hoje”. Apesar do nome e do tema “recuperação da adicção” estar presente em algumas letras, não se trata de um disco conceitual. O álbum versa sobre vários temas: política, diversão, reflexões filosóficas e existenciais, amor, sexo, ecologia, entre outros.

Musicalmente a banda vai buscar os pilares do Rock Clássico para fundamentar as canções. Portanto, em suas 12 músicas espere encontrar muitas pinceladas de Blues, Country, R&B e até umas flertadas com o rock progressivo e psicodélico (feito sem drogas!). Enfim, trata-se de um álbum completo de ROCK, em todas as suas vertentes, cantado em português claro para quem quiser ouvir.

O disco tem 12 faixas e está atualmente sendo prensado pela Microservice, sendo aguardada sua chegada até o final do mês de outubro. Neste período de gravação a banda produziu 3 Videoclipes (Algo Mais, Simplesmente Pelo Fim e Todo o Meu Amor em Vão) com suas músicas próprias. O financiamento da Prensagem do CD da SPH foi obtido através de Financiamento Coletivo, sendo os apoiadores os próprios fãs e amigos da banda, numa campanha bem sucedida no site Catarse:

http://catarse.me/pt/projects/174-so-por-hoje

Em agosto desse ano a banda perde um de seus principais Fãs e apoiadores, o professor e Cientista Social MOYSÉS MOTA. Moysés acompanhava a banda em suas apresentações e era uma espécie de Guru Intelectual de seus integrantes. Ele foi brutalmente assassinado na frente de sua residência numa tentativa de assalto no dia 25 de agosto de 2011.

Moysés Mota

O próprio Moysés havia agendado essa data com o Joaquim, proprietário do Tacacá da Gisela e produtor do Projeto “Tacacá na Bossa” para a banda SPH tocar no largo. Ele queria que a banda fizesse um especial lembrando o festival de Woodstock, segundo ele mesmo, um dos maiores eventos que simbolizam a paz e liberdade de expressão.

Depois de seu falecimento a banda achou que era justo utilizar essa data para fazer um evento anti-violência. Para essa noite a banda tocará seu repertório habitual de Rock and Roll clássico internacional, tocará suas músicas próprias e muitas músicas em homenagens a Moysés, especialmente as músicas do Creedence Clearwater Revival como “Long As I Can See the Light”, que era uma de suas favoritas e foi tocada pelos integrantes da banda durante seu enterro.

A banda tocará também a música “Abrigo” que foi especialmente composta para Moysés, e pode ser ouvida no link abaixo:

http://soundcloud.com/sphrockandroll/abrigo

A banda pede a todos que forem comparecer ao Evento, para que dêem preferência para a utilização de Camisetas Brancas, simbolizando a Paz. Os integrantes ressaltam ainda que não será uma noite de tristeza e sim de alegria, homenageando um amigo cuja passagem por esse plano marcou a vida de todos.

Veja alguns dos Videoclipes da SPH abaixo:

 

Eddie Vedder – Ukulele Songs

Ukulele Songs - Novo Álbum Solo de Eddie Vedder

Toda vez que o vocalista de uma banda que eu gosto inventa de fazer um disco solo me corre um frio na espinha, afinal, isso quase sempre resulta num trabalho ruim. No caso do Eddie Vedder não foi diferente, na verdade a sensação foi pior, afinal tenho muito respeito por esse artista e uma paixão imensa por toda a obra do Pearl Jam. Imaginem a  minha surpresa, estando a banda prestes a fazer 20 anos de carreira, inclusive com lançamento de filme documentário à vista, ao encontrar um disco Solo de Eddie Vedder preenchendo toda uma gôndola da Saraiva Megastore. Tudo bem que esse não é o primeiro trabalho solo dele, afinal ele fez a trilha sonora de “Na Natureza Selvagem” (Into the Wild), que aliás é um filme fantástico. E a trilha bem, colocada, meio deprê mas bem colocada, o enredo era diferente. Deu Medo! Muito medo…

Mas encarei mesmo assim…afinal, sinto que devo esse respeito ao autor de canções como Jeremy, Alive, Given to Fly, etc…

E aí a surpresa foi maior ainda…o disco é fantástico. O nome “Ukulele Songs” já diz tudo, trata-se de Eddie cantando, apenas acompanhado por ele mesmo tocando esse simpático “cavaquinho” havaiano. Pode parecer chato e os mais radicais podem pensar: Cara, deve ser muito chato!!

 

Só que não é, as canções são muito boas e mostram um Eddie Vedder apaixonado, pela vida, mulher, sei lá…Mas as músicas passam isso e com simplicidade. Longe das guitarras “distorcidas” do Pearl Jam, é possível ouvir o Eddie com bastante clareza, principalmente sua belíssima voz com todas suas nuâncias. É uma boa pedida para jantares românticos, motéis (ehehehe) e até para ouvir sozinho quando você está assim meio pensativo. Talvez para não assustar os fãs, o disco abre com “Can’t Keep”, música já lançada pelo Pearl Jam e que abre o álbum Riot Act (senão estou enganado). Ouso dizer que esta versão é até melhor que a original com a banda toda. Sempre achei uma música intrigante e estranha, acho que ela, a música, estava esperando por essa roupagem para se destacar como merece!

 

É também um disco muito curto, pouco mais de 30 minutos, com musicas de 2 a 3 minutos no máximo. Graças a Deus, se tornaria realmente meloso e enjoativo se durasse mais que isso. Enfim, achei a idéia genial e com certeza é um “must have” na estante de fãs do Pearl Jam, do Eddie Vedder ou até mesmo de quem gosta de uma música mais intimista e romântica. Mesmo que nunca tenha ouvido Pearl Jam na vida!

Fico a pensar apenas como ficariam essas canções tão boas com o acompanhamento da banda toda, mas enfim, são decisões que não cabem a mim!!

Compre já!

Abraços

Anfremon D’Amazonas

Banda SPH no FECANI 2011

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Bem, é isso aí…chega setembro e partimos nós para mais uma aventura em terras Itacoatiarenses, enfrentar os 263 km de estrada “não-muito ortodoxa” para fazer 2 apresentações no Festival da Canção de Itacoatiara. Pois bem, eu particularmente cheguei às 12:15h, pois saímos as 7:30h de casa e paramos por uma hora em Rio Preto da Eva para tomar café Mirante, que aliás, não recomendo mais, atendimento e qualidade, infelizmente, caíram bastante. Melhor procurar o café da Priscila na cidade mesmo.

O Israel, que foi de ônibus, chegou as 13:00h e Jean e Marquinhos um pouco depois, ficamos no Hotel Líder, na verdade em seu novo anexo que é uma casa meio que “colonial” que fica ao lado. Achamos a estadia muito melhor e tranquila que do próprio Hotel, que ficamos em 2009. Recomendado!

Nosso esquema previa uma apresentação às 17:30h no palco Alternativo e outra programada para as 3:20h no Palco Principal. Conforme planejado nossa apresentação no palco Alternativo começou às 17:45 e se estendeu até as 18:45h, desta vez deu para tocar todo o setlist programado, que incluía 4 músicas próprias (as mais agitadas) e uma seleção de rock and roll clássico:

SETLIST PALCO ALTERNATIVO

1. BR-174 – SPH 

2. Fortunate Son – Creedence

3. Simplesmente Pelo Fim – SPH

4. Born to Be Wild – Steppenwolf

5. 60 Graus – SPH

6. Jailhouse Rock/Rock das Aranhas – Elvis & Raul Seixas

7. Let´s Twist Again – Chubby Checker

8. Traveling Band – Creedence

9. I Wanna be Sedated – Ramones

10. Um Lugar do Caralho – Júpiter Maçã

11. Rock and Roll – Led Zeppelin

12. Ride – SPH

13. Helter Skelter – Beatles

Pelo repertório, nem preciso dizer que foi um show “porrada na orelha”, legal que a platéia respondeu bem e dançou bastante, aplaudindo inclusive as canções próprias, que selecionamos para este repertório. O Som no palco e fora também estava muito bom, o que nem sempre acontece no palco Alternativo, mas nessa tarde do dia 04.09.2011 estava tudo perfeito. Malucos e caretas ficaram satisfeitos e correu tudo bem, a despeito do medo inicial pois o público estava curtindo um forrozão enquanto a banda se organizava

De volta ao Hotel aproveitamos para tomar um rápido banho de piscina e conversar sobre o show no palco principal. Por volta de 21:00h a banda se encontrou para jantar no restaurante panorama, onde comemos o tradicional filé a parmegiana com molho de ketchup!! ehehehe. Depois de um pequeno passeio pela orla de Itacoatiara, eu e Jean voltamos ao Hotel para repousar até a hora do show que seria de madrugada. Lúcio, Marquinho e Israel foram para o festival.

Acordei a 1:20 com a mensagem de texto no celular “O Bruno já começou!”. Era o Marquinho avisando que o Bruno, da dupla Bruno & Marrone havia acabado de começar sua apresentação. Sabia que teria mais 2 horas de sono, dormi de novo, acordei as 2:15h, troquei de roupa e saímos para o Centro de Convenções. Marrone teve crise de pânico, e não embarcou no avião para Itacoatiara, bem, isso é o que foi divulgado. E depois de seu recente acidente aéreo, eu acho perfeitamente compreensível o fato.

Quando chegamos, Bruno estava deixando o centro de convenções e a banda Conexão Latina estava prestes a iniciar sua apresentação, Lúcio explicou que o Bruno (do Bruno & Marrone) tinha adiantado sua apresentação por questões de agenda e a conexão Latina que seria antes dele, tocou depois. Hmmm….tá explicado, já estava elogiando o festival pela organização impecável, na verdade havia um atraso nas apresentações, mas era de 30 minutos no máximo. Aceitável em eventos desse porte!

Ficamos por ali assistindo ao show da Conexão Latina. Muito agradável por sinal. Não é nossa praia mas eles mantiveram o pique da galera, o que é dificil uma vez que a atração principal da noite já havia tocado. Aliás, ainda bem que a banda conseguiu isso. Deixaram o público já “quentinho” para nós que fizemos uma alteração no repertório até então combinado para manter o público dançando. O nosso Setlist do Palco Principal foi:

1. Rock around the Clock – Bill Halley and the Comets

2. Let´s Twist Again – Chubby Checker

3. JailHouse Rock/Rock das Aranhas – Elvis/Raul Seixas

4. Simplesmente pelo Fim – SPH

5. Pega Ladrão – SPH

6. Hoochie Coochie Man – Muddy Waters

7. Todo o Meu Amor em Vão – SPH

8. Algo Mais – SPH

9. Proud Mary – Creedence

10. BR – 174 – SPH

11. Rock and Roll – Led Zeppelin

O diferencial dessa apresentação foi o fato de termos feito um repertório 50% Autoral/ 50% Cover, até mais que isso se levarmos em conta a duração das músicas. Quando chegamos em Proud Mary a organização do evento pediu para que tocássemos as 2 últimas para não prejudicar o último artista da noite, Edu Guedes, cantor de Sertanejo Universitário, sujeito muito gente boa que conhecemos nos bastidores do palco alternativo, onde ele também se apresentou depois da gente!

Encerramos então com “Br” e “Rock and Roll” do Led para não deixar o clima baixar e saímos do palco aos gritos de “Mais uma, Mais uma” da platéia que as 4:30 da manhã, inacreditavelmente ainda queria mais!

Então é isso, esperamos que tenham gostado deste breve review da nossa participação no FECANI 2001, e só lamentamos o fato do nosso CD ainda não estar pronto, pois seria uma ótima oportunidade de vender algumas dezenas e de fazer um excelente trabalho de divulgação. Mas, dizem as boas línguas que Deus sabe o que faz e que tudo tem um tempo certo. Ainda assim vimos algumas pessoas cantando as músicas da banda, principalmente Pega Ladrão, Simplesmente Pelo Fim e Todo o Meu Amor em Vão. E não eram família nem amigos! Parece que os vídeos da banda surtiram algum efeito divulgativo nesse meio aí!

Em breve vamos disponibilizar o áudio e vídeo dessa apresentação no palco principal para vocês, voltem a visitar essa página em breve, por enquanto, tem 14o outras fotos para vocês verem nesse link aqui.

Abraços e Fiquem em Paz!

Anfremon D´Amazonas

PS. Moysés, queríamos que você estivesse aqui para compartilhar essa nossa alegria. Vê se oferece um “concha y toro” aí para São Pedro e convence ele a fazer chover um pouquinho mais por aqui para amenizar esse calor que está aqui embaixo! Saudades!

Capa e contracapa do Livreto do CD Só Por Hoje

Um passeio pelas músicas do CD Só Por Hoje da banda SPH Rock and Roll, através do audiostreaming do site Soundcloud. Contando com descrições da própria banda sobre o processo criativo, gravação e curiosidades sobre as músicas!

1) BR-174

Inspirada no clima de músicas como “Born to Be Wild”, “Infinita Highway” e “Sweet Hitch Hiker”, BR -174 é a nossa “Road Music”, sua letra fala sobre o prazer de dirigir numa longa estrada e a analogia de vida a “dirigir-se a um novo lugar”, “novos objetivos”, etc.

Na verdade essa música foi composta a princípio para a banda Sweetcase, era cantada em inglês e tinha um significado completamente diferente do atual. Na sua conversão para SPH adquiriu a pegada característica da banda, na época contando ainda com Lessandro na guitarra solo.

Trabalhamos bastante com essa música em estúdio, muitos trechos foram regravados várias vezes e apesar de satisfeitos com resultado final, achamos que honestamente a gravação ainda não traduz ainda o que é realmente a música. Talvez um futuro registro ao vivo seja sua versão definitiva, acho que só Ao vivo conseguimos mostrar o que essa música realmente é. Fato inclusive já comentado por alguns amigos e fãs da banda. Enfim, para curtir ao vivo, é preciso conhecer a música e principalmente ela que abre o CD. É a música que mais nos empolgamos para tocar!!

Para o CD foram regravadas vozes, feita nova timbragem de instrumentos, e ajustados os volumes dos pratos ainda muito altos nessa gravação!

2) Pega Ladrão

A música já existia quando eu (anfremon) entrei na banda. No entanto a letra foi modificada para melhor adequação à linha melódica. A idéia surgiu durante um ensaio da banda em 2006 quando os integrantes conversavam sobre o escândalo do Senado envolvendo Renan Calheiros, ná época. Decidiram fazer uma música que abordasse aqueles tópicos que recomenda-se nunca discutir: Mulher, Política e Futebol. Fabão e Lessandro ainda faziam parte da banda e participaram da gravação dessa música. Originalmente a música era mais para o Rock N Roll, sendo bem rápida mesmo. Com tempo ela foi lentificando e adquirindo essa pegada de Blues Rock. A versão do CD vem com um ajuste diferentes de timbres, principalmente nas guitarras, deixando-as mais “Gritantes”, também valorizando um pouco mais a guitarra do Marquinho, que ficou discretamente apagada nesta versão!

3) Simplesmente Pelo Fim

Já havíamos gravado 4 músicas e queríamos compor um Country Rock, o Dougllas Abreu estava na banda nessa época e sabendo dessa nossa vontade, trouxe para o ensaio o primeiro esboço do que seria a música, ele e o Israel Tequila Underline trabalharam nos acordes básicos e riffs. O Israel teve então uma típica sessão de composição de letra a “la Chico Xavier” e em 5 minutos escreveu um texto básico do que seria a letra da música. Meu trabalho foi então alterar esse texto e criar uma linha melódica para a voz e sugerir algumas mudanças nos acordes (principalmente na ponte da música) para que essa linha melódica se encaixasse. Lúcio Rabelo colocou a bateria na hora e Marquinho acompanhou os acordes. Em 2 ensaios a músicas estava pronta e foi feita a 5 mãos de maneira muito espontânea. A versão do CD vem com melhor timbragem dos instrumentos, ajuste de backing vocal (muito alto nessa versão) e um plug-in “intensificador de estereo” que causou um efeito muito agradável na música inteira.

4) Algo Mais

Essa música estava presente em minha cabeça há muito tempo, há pelo menos 10 anos a melodia e o refrão já estavam prontos, mas foi somente após chegar à metade do CD da SPH que ela realmente materializou-se da forma em que se encontra agora. foi engraçado pois no processo de decisão de como seria a música, brincávamos se iriamos fazer ela mais “Stones” ou mais “Dylan”, optamos pelo “Dylan” e dizemos que ela acabou saindo meio “Maná”, talvez pelo violão acústico e gaita. Interessante como “planejar” as coisas nesse processo criativo nunca resulta no planejado, mas o resultado sempre surpreende!! É a a música mais introspectiva e refletiva da banda. Não sei definir se é um blues no seu aspecto estético, mas com certeza é “de alma” pois põe para fora sentimentos muito profundos, é libertadora, de certa forma. A gravação foi feita pela formação atual da banda, mas eu fiz “algo mais” além de cantar (desculpem o trocadilho), toquei violão acústico na gravação, inclusive a introdução de violão, roubando um pouco o trabalho de Jean Carlos. A gaita é assinada por Higorberto Henn. Gaita e guitarra solo concorreram bastante nessa gravação, dando um trabalho danado na mixagem para definir “de quem seria a vez”, destaque especial para o trabalho do Ita Melo, convertendo artisticamente alguns arranjos de guitarra nesses sons viajantes de “baleia” que se ouve na música. Na versão do CD, ela vem com melhor timbragem de instrumentos, principalmente baixo e bateria e correção dessa “sobra de grave” que se ouve no começo da música! É isso aí…

5) Margarida

Na composição desta música estava buscando referências como My Girl (do Temptations), Only You e até Last Kiss. Mas aí ao passar o material para o pessoal da banda, mais uma vez a surpresa, a música virou um brega! ehehehe…Na verdade seria um “Bluesinho”, um brega-blues talvez.. Registrada na segunda leva de gravações (junto com BR-174), Margarida ainda conta com Lessandro Rodrigues de Alencar na guitarra solo, Israel no Baixo, Lúcio, Marquinho e Eu. Todos gravaram o “Uma, uma, uma” que dá para ouvir lá no fundo no final do refrão. Para o CD foi retirado o “click” que aparece no começo, foi melhorada a timbragem dos instrumentos e das “palmas” no refrão foi retirado o plugin que o deixava com aspecto artificial, elas estão bem mais naturais agora. Estamos devendo o videoclipe desta música, que será estrelado porRayssa Deschain, mas ficou decidido que ele será lançado junto com o CD!! Vamos aguardar!!

6) O Rastro do Matá-Matá (via SoundCloud)

Ver post imediatamente anterior a este, exclusivo para essa música.

7) 60 Graus

Contribuição do Jean Carlos na composição dos riffs e estrutura harmônica da Música. Letra escrita a 3 mãos (Tequila Underlinel, Anfremon D’Amazonas e Jean) e fala sobre relacionamentos, sexo e aventura, desprendimento, enfim…sobre Rock and Roll. Brincamos de dizer que essa é uma música da banda SPH com pegada “ZZ TOP”. Interessante pois por ser uma das 4 últimas músicas a serem gravadas, ela foi finalizada no estúdio. E até evitamos de tocá-la ao vivo pois precisamos ensaiá-la devidamente, ou seja, aprender a tocá-la ao vivo. Na mixagem foi feita uma brincadeira interessante com o stereo, que dá para perceber bem ao se ouvir com o fone de ouvido. Nesse caso, nada a ser mudado…essa é a versão do CD.

Jean Carlos:  não lembro como surgiu o riff…mas com certaze tem influencia d ZZTop…esta vendo um dvd q havia comprado na época..vale lembrar q tinha acabado d entrar na banda…o ,ucio e o Israel foram fazer uma visita a minha casa..acho q estava mais pra sondagem hehehe…mostrei o riff pra eles eles gostaram muito(do riff e dos cupcakes da minha esposa hehehe)…acho q foi tntão q garanti minha entrada na banda :)..

8) Todo o meu Amor em Vão

Composição do Israel (Tequila Underline) inspirada no clima romântico de All My Love in Vain de Robert Johnson, apenas inspirada, comparem as músicas e verão que são completamente diferentes. Foi devidamente trabalhada e modificada pelos demais integrantes da Banda. Estive um pouco afastado do processo de composição desta música pois minha filha havia acabado de nascer, inclusive os primeiros registros dela são com o Marcos Lima Chaves da Ctrl+ Z nos vocais. Na gravação houve participação especial de Dougllas Abreu na guitarra solo (ele fazia parte da banda na época). De resto segue com a formação atual. Pouca diferença desta versão para a versão final. Apenas melhor timbragem dos instrumentos como um todo! Para mim foi uma das melhores músicas para gravar pois ela pedia um vocal forte e muito expressivo. Somos suspeitos para falar. Mas acho que fizemos um bom trabalho nesta música!

9) Urublues

Foi minha primeira experiência de composição especialmente feita a SPH, gravei a música em casa, utilizando baterial eletrônica, Violão e gaita. Levei a gravação para o pessoal da banda que a transformou no que é hoje. Uma das músicas mais dificeis para cantar. Pois as estrofes são absurdamente graves e o refrão é bem agudo. Foi gravada junto com Pega Ladrão, ainda contando com Fábio Souza no contrabaixo e Lessandro na “Slide Guitar”. Utilizamos um efeito de “megafone” na voz para acentuar a mudança entre refrão e estrofe. É um lance meio experimental e perigoso, mas gostamos do resultado final. Para o CD foi feita nova timbragem de instrumentos, bateria e melhora do efeito “megafone” permitindo maior nitidez na voz. Só por curiosidade, no Sul do País existe uma banda de Blues chamada Urublues! Mas isso eu só descobri muito tempo depois. Ainda bem que eles não tem nenhuma música homônima!

10) Blues da Irmandade

Gravada no primeiro e único take, realizado com a intenção de captar apenas o som da bateria. Mas daí achamos que o felling ficou tão bom que se fossemos fazer a gravação habitual, faixa a faixa, instrumento por instrumento…não ficaria legal, perderia o feeling da música. Apenas a voz principal foi gravada depois…pois havia muita interferência dos outros instrumentos na voz guia. O Diálogo inicial foi gravado pela dupla Anfremon e Israel, durante as sessões de mixagem da música, os sons de bar e edição ficaram a critério do ITA MELO, nosso produtor musical.

A letra foi feita a pedido do Lúcio e Marquinho que queriam um blues que falasse sobre a recuperação da adicção. A frase “Hoje já faz sete anos” refere-se ao tempo que o Lúcio estava limpo em relação ao uso de drogas, hoje seriam 8 anos e 9 para o Marquinho.

André Marcelo (Andrezinho), responsável pelo suporte técnico da banda gravou violão acústico nessa música e Higorberto Henn gravou a gaita. O tom da música era originalmente em E, mas foi modificado para F na hora da gravação para que casasse melhor com a afinação de uma das gaitas de blues disponíveis…Depois o F ficou sendo o tom oficial! Foi gravada junto com Algo Mais…e marca a entrada de Jean Carlos na Banda! A versão do CD será praticamente essa aí, porém com uma timbragem melhor dos instrumentos e a voz com um pouco de Reverb. Já Que nessa versão está bem “seca”!

11) !Ride?

Com certeza a música mais pesada do repertório. Ride é uma crítica à noite Manauara e principalmente aos seus atores sociais, empresários, gerentes e principalmente, sim, colegas músicos que insistem da tática de promoção através do ataque aos outros colegas. É o nosso grito de revolta contra toda essa sujeira que rola, infelizmente com muita frequência nas noites de Rock em Manaus. Deixamos claro que não estamos generalizando pois encontramos muita gente legal e honesta nestes anos, e que também não somos santinhos, tivemos, até por sobrevivência no meio, que desenvolver certa malícia…mas procuramos o Fair Play, quase sempre que é possível!

Os primeiros ensaios dessa música foram ainda com o Dougllas na guitarra, quando ainda chamávamos a música de “Pau de dar em doido!!”, depois com Jean, foi que realmente definimos a estrutura da música, é dele os duetos e “trietos” de riff e o solo “Polipsicodélico” da Música, o Israel e Lúcio contribuiram com a “Ponte tribal”.

Segredinho: Essa música esconde alguns “mistérios”…que talvez só sejam revelados após o lançamento do CD. Mas um deles eu conto agora, há “samplers” de vozes de um filme de Quentin Tarantino espalhados na música…Mas deixo vcs tentarem descobrirem qual é!

12) Só Por Hoje

Pensada para ser a música “título” do disco. A nossa “Só Por Hoje” (já que existe uma do Legião Urbana, aliás da qual somos fãs e inclusive tocamos eventualmente nos shows) foi embrionariamente criada quando a banda curtia um momento “Doobie Brothers”, havíamos acabado de incluir “Listen to the Music” ao repertório de covers e com certeza a música originalmente tinha alguma influência dessa banda.

No decorrer da gravação do disco ela foi sendo gradativamente modificada. A letra é bem clichê no que diz respeito ao universo SPH, isso é intencional e nem tinha como ser de outra maneira. Trata-se de uma música animada, alto astral e em nossa concepção, ideal para terminar o disco, aliás é a única que termina em Fade Out longo, dando a idéia de continuidade do trabalho…

Houve grande contribuição do Jean Carlos nessa música, pois apenas o seu “esqueleto” estava pronto quando ele entrou na banda, principalmente nos riffs iniciais e solos. Apesar de estarmos inseguros a principio pela falta de definição da música. Foi uma das que deu menos trabalho para se produzir. E também uma das que temos que ensaiar bastante antes de tocar pois foi finalizada dentro do estúdio.

Todas as gravações foram feitas no estúdio Expresso 24 tendo seu proprietário ITA MELO, como produtor, engenheiro de som e mixagem!  Conheça o trabalho do Estúdio:

http://expresso24.com.br/

Agora é só aguardar o lançamento. O CD Master e projeto gráfico já estão na Microservice, o processo de prensagem das primeiras 1.000 cópias deve começar a qualquer momento!